Sede do Cruzeiro amanhece com muros pichados: ‘Diretoria quilingue’

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Após ‘sevandijas’ ser pichado na Toca da Raposa II, a sede do Cruzeiro amanheceu pichada nesta terça-feira (26), com os dizeres ‘Diretoria quilingue’. Os protestos da torcida do time celeste seguem e dessa vez estão ligados a cultura de corrupção e desonestidade. A Sede administrativa do clube fica localizada no bairro Barro Preto, região central da cidade de Belo Horizonte.

É a segunda vez que as pichações contra o time aparecem com um vocabulário diferente do comum. As palavras escolhidas são rebuscadas e muito distante do coloquial, o que intriga a maioria das pessoas.

Essa segunda pichação ligada a corrupção, faz relação com as investigações da Polícia Civil e Ministério Público sobre os dirigentes do Cruzeiro. O atual presidente Wagner Pires de Sá, o diretor jurídico, Fabiano Oliveira Costa, o ex-vice de futebol Itair Machado e o ex-diretor-geral Serginho, estão sendo investigados pelo órgão. De acordo com o Ministério Público há suspeita de falsificação de documentos, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Durante a manhã, funcionários já trabalhavam para apagar as pichações.

Os protestos durante a semana

“Parasitas” e “A farra acabou”: muros da Toca da Raposa II amanhecem pichados

Na manhã da última quinta-feira (21), os muros da Toca da Raposa II, centro de treinamento da equipe celeste, amanheceram pichados. Nas pichações, os torcedores deixaram ameaças como “A farra acabou”, “Onde estiverem estaremos de olho”, além de xingamentos como “Fora parasitas”, “Fora vermes” e “Sevandijas”, sinônimo de parasitas e vermes, e frases de ordem, como “Some do Cruzeiro” e “O Cruzeiro é gigante”. As mensagens já foram apagadas por funcionários do clube.

Toca da Raposa II amanhece com faixas de apoio e críticas

Após amanhecer com os muros pichados na última semana, a Toca da Raposa II, Centro de Treinamento do Cruzeiro, viu o dia nascer com mais manifestações da torcida no dia 22 de novembro. E, diferentemente de ontem, não tiveram somente mensagens de críticas. Parte das faixas era de apoio aos jogadores. Já outras continham mensagens de cobrança.

Apesar do tom de apoio das mensagens fixadas dentro da Toca da Raposa II, a manhã foi de protestos contra o desempenho de alguns jogadores e do treinador Abel Braga. Um grupo de torcedores pendurou faixas, nos muros do CT do Cruzeiro, que criticavam atletas como Fred, Thiago Neves, Marquinhos Gabriel, Egídio e Robinho. Os atletas foram chamados de “Come e dorme” e o treinador Abel Braga chamado de “Pau mandado”.

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