Praticidade versus qualidade nutricional: onde o consumo de Miojo se enquadra

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Um coringa na cozinha de jovens e principalmente daqueles que moram sozinhos é o macarrão instantâneo, o qual foi criado pelo fundador da empresa Nissin Food Products, Momofuku Ando, no ano de 1958.

A produção do macarrão instantâneo acontece por meio de um método em que o macarrão é desidratado e frito, o que garante a praticidade em seu preparo, visto que é necessário apenas a adição de água quente para que em apenas três minutos esteja pronto para o consumo.

Devido ao sucesso do novo produto outras marcas passaram a produzir o macarrão instantâneo, dentre elas a empresa japonesa, Myojo Foods Company. Em 1965,o macarrão instantâneo passou a ser fabricado no Brasil pela empresa do taiwanês Ko Kim Pyo que foi  denominada Miojo para diferenciar da marca japonesa já existente no mercado. E assim o produto passou a ser conhecido pelo nome da marca, fazendo com que miojo se tornasse um sinônimo para macarrão instantâneo.

E por que o consumo frequente de miojo não é saudável?

O macarrão instantâneo é rico em gorduras, além de ter grandes quantidades de sódio, o que pode resultar em problemas de saúde como obesidade, hipertensão arterial e hipercolesterolemia, por exemplo. Outra desvantagem do macarrão instantâneo é que em sua composição constam altos níveis de aditivos químicos, o que pode sobrecarregar o fígado e seu sistema de eliminação de toxinas.

Diante disso, pode-se compreender porque o consumo de macarrão instantâneo não é recomendado, pois ainda que a praticidade e facilidade do preparo sejam características atraentes, é importante lembrar que os prejuízos associados a esse alimento são consideráveis. Dessa forma, deve-se evitar a presença corriqueira desse produto nas refeições.

Leia também: Nuggets além dos boatos

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