Minas Gerais deve ter déficit de R$ 17 bilhões em 2021

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Uma sucessão de eventos negativos, como o rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (Região Metropolitana de Belo Horizonte), em janeiro de 2019; as chuvas que atingiram a região Sudeste entre janeiro e fevereiro de 2020; e, sobretudo, a pandemia global decorrente da Covid-19, gerada pelo novo coronavírus, provocará um impacto extremamente danoso às finanças do Governo do Estado para o próximo ano.

É o que prevê a Mensagem 85, de 2020, do governador Romeu Zema (Novo), encaminhada à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e publicada na edição desta terça-feira (19/5/20) do Diário do Legislativo.

A mensagem acompanha o Projeto de Lei (PL) 1.966/20, que apresenta as diretrizes para elaboração e execução da lei orçamentária para o exercício de 2021 (LDO). Além dos três eventos citados, o governador menciona ainda, como fator negativo preponderante, “o grave deficit fiscal, acumulado do passado contábil-orçamentário”.

“Em menos de um ano e meio de governo, a atual gestão teve que lidar com quatro eventos de grande repercussão na sociedade e nas finanças públicas do Estado”, afirma a mensagem. Cada um desses fatos, ressalta, “seria grave o suficiente para causar efeitos negativos no orçamento estadual, mas a sucessão de três deles, somados à grave crise fiscal em que o Estado já se encontrava, tornaram insustentáveis as finanças estaduais”.

Projeção de deficit ultrapassa os R$ 17 bilhões

Diante desse cenário, o projeto de lei que traz a LDO destaca que o deficit orçamentário do Estado poderá ser elevado a R$ 17,2 bilhões para o exercício de 2021, quase o dobro do registrado no encerramento do exercício de 2019, de R$ 8,6 bilhões. Comparado ao deficit de R$ 13,3 bilhões projetado na Lei Orçamentária Anual (LOA) 2020, o aumento é de 29,5% em relação a este ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ALMG

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