Em Betim, escola de menina morta a facadas faz acolhimento aos alunos após a tragédia

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Após o assassinato de uma aluna de cinco anos, que estava a caminho da escola, na última quarta-feira (30), em Betim, região Metropolitana de Belo Horizonte, a manhã desta segunda-feira (4), foi marcada por ações de acolhimento e amor, feitas pelo Centro Infantil Municipal Silvina Júlia de Carvalho, aos alunos que, desde então, estavam com as aulas suspensas.

Na porta do colégio, balões brancos foram entregues aos alunos e familiares, além de mensagens de solidariedade e carinho espalhados pelo local. A intenção é amparar e manter estruturada a escola e a alegria das crianças que ali estudam.

Além da recepção especial e do acolhimento as crianças, fotos da menina Ieda também foram espalhados pela instituição, em forma de homenagem e luto a menina.

A Secretaria de Educação da cidade de Betim informou que durante a semana, psicólogos e assistentes sociais estarão disponíveis na escola para atender e ajudar alunos, pais e funcionários após a tragédia.

O crime aconteceu na última quarta-feira (30). Ieda Izabel Manoel Peres, de cinco anos, estava a caminho da escola, com sua babá e seu irmão mais novo, quando foi atingida a facadas pelo suspeito Moabe Edon Pinto Nogueira Souto, de 25 anos, que sofre de esquizofrenia.

O enterro da criança foi marcado pela participação de uma multidão de pessoas e muita emoção.

Em Betim, escola de menina morta a facadas faz acolhimento aos alunos após a tragédia
Na porta do colégio, balões brancos foram entregues aos alunos e familiares – Crédito da foto: Reprodução/G1

O suspeito do crime em Betim

Moabe Souto, suspeito do crime, sofre de esquizofrenia e, segundo sua mãe, ao ir em uma consulta psiquiátrica, foi constatado que sua medicação não era suficiente e então foi dobrada a dosagem.

A dose menor do que o indicado fez com que Moabe tivesse surtos demorados, além de agir de forma agressiva até mesmo dentro de casa. No dia da ocorrência, sua mãe havia guardado todos os objetos perigosos da casa, entretanto, ele ainda conseguiu uma faca e saiu de casa dizendo que ia até a padaria, quando cometeu o crime.

Segundo a Polícia Militar, após a apreensão, o suspeito afirmou ter cometido o crime por ordens de uma entidade que falava em sua cabeça, além dele ter feito um pacto com o diabo.

Além disso, a corporação disse que o homem usava tornozeleira eletrônica, era usuário de drogas e já tinha duas passagens pela polícia: uma por porte de drogas e outra por tráfico.

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