Segundo a psiquiatra Katia Branco, supervisora do Grupo Pro-Amiti (que trata e estuda o transtorno do controle de impulso) do Hospital das Clínicas de São Paulo, pessoas em vulnerabilidade, nas classes C e D, são mais atingidos em função de que buscam, diante de desinformação e publicidade reiteradas por todos os lados, melhoras nas condições sociais.